Quinta-feira, Janeiro 08, 2004
Polícia I
Chamei-lhe I porque muito provavelmente irão haver mais.
Só espero que não seja tipo Rocky I, II, III, IV.......MMDC
Há coisas que não percebo na polícia em Abrantes.
O facto de nunca estarem onde deviam é uma delas...
Depois estarem onde deviam e não estão, é outra...
Parece que ando aqui a brincar com as palavras mas é mesmo assim.
Nunca estão onde é preciso e estão sempre onde não são precisos.
Há dias estava dentro do meu carro, parado numa rua de Abrantes, numa fila de carros.
À frente dessa fila estava um veículo de mercadorias a descarregar umas coisas para uma loja.
A coisa até estava bem: ao contrário do que é normal, as pessoas até estavam pacientes (Incrível! Não houve buzinadelas!) e viram que a descarga seria rápida. Coisa de 3 ou 4 caixas.
Eis que aparece um Sr. Agente da Autoridade (confesso que sempre que os vejo me lembro daquelas figuras criadas nos Malucos do Riso e que são um protótipo fantástico do polícia português).
Terá dito qualquer coisa tipo: "Vamos lá a retirar essa viatura daí! Não vê que isto está tudo parado??"
O jovem terá respondido que era rápido e o olhar ameaçador da autoridade foi bem visível...
Perguntam-me vocês: Pois... e depois?
Pois... Vou só terminar dizendo 2 coisas:
1ª Entre o parar da viatura, o descarregar e o arrancar não passaram mais de 2 minutos (talvez fruto da rápida intervenção do Sr. Agente da Autoridade. Muito obrigado, Sr. Agente! O Mundo foi salvo por essa pronta e rápida intervenção!)
2ª Um pouco mais à frente do local onde esta viatura efectuou a sua descarga, existe um local apropriado para cargas e descargas. Totalmente ocupado por carros estacionados. Num local que refere na placa "15 minutos" de paragem para cargas e descargas mas que é diariamente utilizado como estacionamento permanente sem que estes bravos Srs. Agentes da Autoridade façam o que quer que seja. Eu próprio já lá estacionei por diversas vezes correndo o grave risco de cometer uma ilegalidade atroz e ser autuado por estes zelosos e corajosos Srs. Agentes da Autoridade.
Claro... se estivesse bem parado ou bem estacionado a probabilidade deles aparecerem seria bem maior...
Chamei-lhe I porque muito provavelmente irão haver mais.
Só espero que não seja tipo Rocky I, II, III, IV.......MMDC
Há coisas que não percebo na polícia em Abrantes.
O facto de nunca estarem onde deviam é uma delas...
Depois estarem onde deviam e não estão, é outra...
Parece que ando aqui a brincar com as palavras mas é mesmo assim.
Nunca estão onde é preciso e estão sempre onde não são precisos.
Há dias estava dentro do meu carro, parado numa rua de Abrantes, numa fila de carros.
À frente dessa fila estava um veículo de mercadorias a descarregar umas coisas para uma loja.
A coisa até estava bem: ao contrário do que é normal, as pessoas até estavam pacientes (Incrível! Não houve buzinadelas!) e viram que a descarga seria rápida. Coisa de 3 ou 4 caixas.
Eis que aparece um Sr. Agente da Autoridade (confesso que sempre que os vejo me lembro daquelas figuras criadas nos Malucos do Riso e que são um protótipo fantástico do polícia português).
Terá dito qualquer coisa tipo: "Vamos lá a retirar essa viatura daí! Não vê que isto está tudo parado??"
O jovem terá respondido que era rápido e o olhar ameaçador da autoridade foi bem visível...
Perguntam-me vocês: Pois... e depois?
Pois... Vou só terminar dizendo 2 coisas:
1ª Entre o parar da viatura, o descarregar e o arrancar não passaram mais de 2 minutos (talvez fruto da rápida intervenção do Sr. Agente da Autoridade. Muito obrigado, Sr. Agente! O Mundo foi salvo por essa pronta e rápida intervenção!)
2ª Um pouco mais à frente do local onde esta viatura efectuou a sua descarga, existe um local apropriado para cargas e descargas. Totalmente ocupado por carros estacionados. Num local que refere na placa "15 minutos" de paragem para cargas e descargas mas que é diariamente utilizado como estacionamento permanente sem que estes bravos Srs. Agentes da Autoridade façam o que quer que seja. Eu próprio já lá estacionei por diversas vezes correndo o grave risco de cometer uma ilegalidade atroz e ser autuado por estes zelosos e corajosos Srs. Agentes da Autoridade.
Claro... se estivesse bem parado ou bem estacionado a probabilidade deles aparecerem seria bem maior...
Quarta-feira, Janeiro 07, 2004
Ainda as passadeiras, polícia...
Na sequência do post anterior e depois de o publicar, lembrei-me que não tinha referido um aspecto que me parece também importante.
Não existia uma lei qualquer que dizia que quem atravessasse a estrada a menos de 50 metros da passadeira seria multado?
Se a lei não foi alterada continua em vigor...
O que me leva a outra coisa: onde estão, então, os agentes da autoridade que deveriam estar a fiscalizar estas situações (entre todas as outras de sua competência, claro...)?
Fica só aqui o reparo.
Ao funcionamento da polícia em Abrantes voltarei amanhã...
Na sequência do post anterior e depois de o publicar, lembrei-me que não tinha referido um aspecto que me parece também importante.
Não existia uma lei qualquer que dizia que quem atravessasse a estrada a menos de 50 metros da passadeira seria multado?
Se a lei não foi alterada continua em vigor...
O que me leva a outra coisa: onde estão, então, os agentes da autoridade que deveriam estar a fiscalizar estas situações (entre todas as outras de sua competência, claro...)?
Fica só aqui o reparo.
Ao funcionamento da polícia em Abrantes voltarei amanhã...
Terça-feira, Janeiro 06, 2004
Usem o raio das passadeiras!
Passada a época natalícia, em que fica mal dizer mal, em que toda a gente finge que o vizinho do lado é o gajo mais porreiro ao cimo da terra, em que a hipocrisia se manifesta no meu máximo esplendor, apetece-me voltar à carga.
Desde manhã que ando com vontade de escrever este texto.
Irritam-me à bruta as pessoas que atravessam a estrada a 10 cms da passadeira como se estivessem dentro da mesma.
Nessas circunstâncias, só me apetece acelerar o carro e fazer-lhes uma razia de forma a lhes provocar um susto daqueles.
Custa assim tanto andar mais uns centímetros e passar na passadeira como é próprio e devido?
Parece que a passadeira passou a ser toda a faixa que excede as medidas da passadeira em, pelo menos, dois metros para cada lado.
Atenção, senhoras e senhores, que esta preguiça pode levar a algum dissabor... Depois é uma carga dos trabalhos para os condutores...
Depois, há aqueles que fazem da passadeira uma passeadeira.
Se atentarmos à raiz da palavra, passadeira vem de passar e não de passear.
E há quem, em vez de atravessar a estrada de forma célere, o faz como se estivesse a circular calma e descontraidamente pelo passeio.
Enfim...
Esses também me irritam solenemente, principalmente quando estou com pressa.
Já me chega ter de cumprir com os limites de velocidade (o que acho muito bem, diga-se) e ter de circular com o dobro da atenção.
Não preciso de lesmas que acham que a passadeira é um local onde os peões têm toda a prioridade e todo o tempo do mundo para pass(e)ar.
Por hoje chega. Vou dormir.
Passada a época natalícia, em que fica mal dizer mal, em que toda a gente finge que o vizinho do lado é o gajo mais porreiro ao cimo da terra, em que a hipocrisia se manifesta no meu máximo esplendor, apetece-me voltar à carga.
Desde manhã que ando com vontade de escrever este texto.
Irritam-me à bruta as pessoas que atravessam a estrada a 10 cms da passadeira como se estivessem dentro da mesma.
Nessas circunstâncias, só me apetece acelerar o carro e fazer-lhes uma razia de forma a lhes provocar um susto daqueles.
Custa assim tanto andar mais uns centímetros e passar na passadeira como é próprio e devido?
Parece que a passadeira passou a ser toda a faixa que excede as medidas da passadeira em, pelo menos, dois metros para cada lado.
Atenção, senhoras e senhores, que esta preguiça pode levar a algum dissabor... Depois é uma carga dos trabalhos para os condutores...
Depois, há aqueles que fazem da passadeira uma passeadeira.
Se atentarmos à raiz da palavra, passadeira vem de passar e não de passear.
E há quem, em vez de atravessar a estrada de forma célere, o faz como se estivesse a circular calma e descontraidamente pelo passeio.
Enfim...
Esses também me irritam solenemente, principalmente quando estou com pressa.
Já me chega ter de cumprir com os limites de velocidade (o que acho muito bem, diga-se) e ter de circular com o dobro da atenção.
Não preciso de lesmas que acham que a passadeira é um local onde os peões têm toda a prioridade e todo o tempo do mundo para pass(e)ar.
Por hoje chega. Vou dormir.
Terça-feira, Dezembro 09, 2003
Feliz Natal para todos!
Ficam-me bem estes sentimentos, não é?...
Mais de um mês depois, duas gripes de caixão à cova e muito trabalho para por em dia (confesso que à noite nem tinha muita vontade de ligar o computador e escrever qualquer coisa aqui no blog), venho por este meio desejar um feliz natal e um 2004 cheio de sucessos a todos aqueles que ainda se dão ao trabalho de vir (infrutiferamente) cá todos os dias ver se escrevi alguma coisa nova. Já agora, aos outros também, naturalmente...
Havia tanto para falar... Tanta coisa para criticar...
Vou só falar de duas coisas.
Primeira:
Gosto daquela espécie de árvore de natal que têm feito na torre de comunicações. Se bem que de árvore de natal tem muito pouco, não deixa de ser um elemento que dá um colorido especial a esta época aqui em Abrantes. Dá gozo vir na A23 e ver ao longe a nossa santa terrinha identificada por tal luminosidade. Não posso, no entanto, deixar de dizer que, de perto, já me entristece ver aquela amálgama de fios separados por não-sei-quantos metros de distância. Já era altura da Câmara fazer uma coisa mais completa, com mais gambiarras e mais efeitos. Acho que aquela "árvore" podia ter mais qualquer coisa para ser efectivamente uma árvore e, aí sim, ser "a maior árvore de natal do país" (que os sintrenses agora arrogam ser sua). Fica aqui a dica, se quiserem... Se não quiserem, fica na mesma...
Segunda:
Onde está a dinâmica natalícia? Existe associação comercial em Abrantes? Câmara Municipal?
Ao ver a agenda cultural e desportiva constato que não existem quaisquer actividades programadas para este final de ano.
A associação comercial, que em anos anteriores costumava fazer qualquer coisa para dinamizar a cidade, ainda não fez nada.
Colocaram-se umas "luzes" em algumas ruas e praças mas para quê? Só para o ambiente? Em altura de grande crise, dinheiro muito mal gasto... Estas coisas têm de resultar de campanhas integradas e pensadas...
Estão a sortear um carro. Só me lembro da (recuperada e renovada) Olga Cardoso: Uau, ganhou um frigorífico!! Ouvi, há dias, num café da nossa cidade, o proprietário a queixar-se: "Mas eu pago para a associação para quê? Agora ainda vêm pedir mais 25 euros por cada bloco de senhas!!... Isto é uma vergonha!! A associação em vez de apoiar os comerciantes ainda lhes vem cravar dinheiro!" Estas eram mais ou menos as suas palavras. E, se pensarmos, não deixa de ter algum fundamento aquilo que este senhor dizia.
Agora pergunto eu: este carro vem aumentar as vendas em número de clientes suficiente que justifique o investimento em não-sei-quantos blocos de senhas para dar (note-se, DAR) aos clientes? Ou seja, quantos clientes novos a mais é que um comerciante tem de arranjar para ter lucro que justifique comprar, por exemplo, 10 blocos de senhas?
Parece-me que a associação comercial quer fazer um brilharete à custa dos seus associados...
Pensem, senhores, pensem...
Ficam-me bem estes sentimentos, não é?...
Mais de um mês depois, duas gripes de caixão à cova e muito trabalho para por em dia (confesso que à noite nem tinha muita vontade de ligar o computador e escrever qualquer coisa aqui no blog), venho por este meio desejar um feliz natal e um 2004 cheio de sucessos a todos aqueles que ainda se dão ao trabalho de vir (infrutiferamente) cá todos os dias ver se escrevi alguma coisa nova. Já agora, aos outros também, naturalmente...
Havia tanto para falar... Tanta coisa para criticar...
Vou só falar de duas coisas.
Primeira:
Gosto daquela espécie de árvore de natal que têm feito na torre de comunicações. Se bem que de árvore de natal tem muito pouco, não deixa de ser um elemento que dá um colorido especial a esta época aqui em Abrantes. Dá gozo vir na A23 e ver ao longe a nossa santa terrinha identificada por tal luminosidade. Não posso, no entanto, deixar de dizer que, de perto, já me entristece ver aquela amálgama de fios separados por não-sei-quantos metros de distância. Já era altura da Câmara fazer uma coisa mais completa, com mais gambiarras e mais efeitos. Acho que aquela "árvore" podia ter mais qualquer coisa para ser efectivamente uma árvore e, aí sim, ser "a maior árvore de natal do país" (que os sintrenses agora arrogam ser sua). Fica aqui a dica, se quiserem... Se não quiserem, fica na mesma...
Segunda:
Onde está a dinâmica natalícia? Existe associação comercial em Abrantes? Câmara Municipal?
Ao ver a agenda cultural e desportiva constato que não existem quaisquer actividades programadas para este final de ano.
A associação comercial, que em anos anteriores costumava fazer qualquer coisa para dinamizar a cidade, ainda não fez nada.
Colocaram-se umas "luzes" em algumas ruas e praças mas para quê? Só para o ambiente? Em altura de grande crise, dinheiro muito mal gasto... Estas coisas têm de resultar de campanhas integradas e pensadas...
Estão a sortear um carro. Só me lembro da (recuperada e renovada) Olga Cardoso: Uau, ganhou um frigorífico!! Ouvi, há dias, num café da nossa cidade, o proprietário a queixar-se: "Mas eu pago para a associação para quê? Agora ainda vêm pedir mais 25 euros por cada bloco de senhas!!... Isto é uma vergonha!! A associação em vez de apoiar os comerciantes ainda lhes vem cravar dinheiro!" Estas eram mais ou menos as suas palavras. E, se pensarmos, não deixa de ter algum fundamento aquilo que este senhor dizia.
Agora pergunto eu: este carro vem aumentar as vendas em número de clientes suficiente que justifique o investimento em não-sei-quantos blocos de senhas para dar (note-se, DAR) aos clientes? Ou seja, quantos clientes novos a mais é que um comerciante tem de arranjar para ter lucro que justifique comprar, por exemplo, 10 blocos de senhas?
Parece-me que a associação comercial quer fazer um brilharete à custa dos seus associados...
Pensem, senhores, pensem...
Quarta-feira, Novembro 05, 2003
Antena Livre - Desporto
Já era para ter falado nisto mas só hoje me lembrei.
Só pode ser por questões de ordem financeira...
O fim do desporto na rádio de Abrantes, a Antena Livre.
Ouvi no domingo o comentário/carta de despedida de um dos relatadores, um Ricardo Beirão, que me pareceu audivelmente emocionado enquanto lia a sua missiva.
Repito: só pode ser por razões financeiras. De outra forma como se justifica que acabem com a única coisa (sim, a ÚNICA) que faz qualquer abrantino ouvir a RAL ao fim de semana?!
A música é a mesma de outras rádios nacionais, não há locutores (ou animadores, como lhe chamam agora), não há nada que interesse às pessoas de Abrantes!... Eu prefiro, sinceramente, ouvir uma rádio a sério: a RFM, a Comercial, a TSF...
E é fácil como, na ânsia de se querer fazer melhor do que os outros, se esquecem de que uma rádio local é isso mesmo: uma rádio local. Tem de falar de coisas da terra, quanto muito da região. Até pode dar a mesma música que as outras mas tem de ser LOCAL.
E o Desporto fazia isso. Era local!
Agora, como vou saber, na hora, os resultados do Abrantes, do Tramagal, do Mação?...
Nunca acreditei muito neste projecto do arquitecto do PS mas agora ainda está pior...
Mais vale fecharem de vez ou voltarem à música pimba. Pode ser que aumentem as audiências...
Apesar de me ir virar para as outras rádios (as nacionais), vou esperar para ver. Ou melhor, ouvir. Atento...
Já era para ter falado nisto mas só hoje me lembrei.
Só pode ser por questões de ordem financeira...
O fim do desporto na rádio de Abrantes, a Antena Livre.
Ouvi no domingo o comentário/carta de despedida de um dos relatadores, um Ricardo Beirão, que me pareceu audivelmente emocionado enquanto lia a sua missiva.
Repito: só pode ser por razões financeiras. De outra forma como se justifica que acabem com a única coisa (sim, a ÚNICA) que faz qualquer abrantino ouvir a RAL ao fim de semana?!
A música é a mesma de outras rádios nacionais, não há locutores (ou animadores, como lhe chamam agora), não há nada que interesse às pessoas de Abrantes!... Eu prefiro, sinceramente, ouvir uma rádio a sério: a RFM, a Comercial, a TSF...
E é fácil como, na ânsia de se querer fazer melhor do que os outros, se esquecem de que uma rádio local é isso mesmo: uma rádio local. Tem de falar de coisas da terra, quanto muito da região. Até pode dar a mesma música que as outras mas tem de ser LOCAL.
E o Desporto fazia isso. Era local!
Agora, como vou saber, na hora, os resultados do Abrantes, do Tramagal, do Mação?...
Nunca acreditei muito neste projecto do arquitecto do PS mas agora ainda está pior...
Mais vale fecharem de vez ou voltarem à música pimba. Pode ser que aumentem as audiências...
Apesar de me ir virar para as outras rádios (as nacionais), vou esperar para ver. Ou melhor, ouvir. Atento...
Terça-feira, Novembro 04, 2003
É triste...
Acabei de chegar a casa...
Fui com mais dois amigos ver o concerto do Joel Xavier no Teatro São Pedro...
Estavam para aí umas 50 pessoas, número por alto...
É triste...
Que Abrantes tenha o privilégio de receber um músico com o estatuto do Joel Xavier e o Teatro esteja às moscas...
Que os meus concidadãos abrantinos não tenham percebido que tiveram oportunidade de ver ao vivo um dos melhores guitarristas do mundo!...
Saí de alma lavada!...
Nota para os senhores e senhoras da cultura:
Talvez não tenham sabido explicar às pessoas quem era o Joel Xavier. Muitas pessoas não o conhecem...
Talvez a formação e educação cultural dos abrantinos mereça mais apostas...
Talvez as pessoas não tenham tido conhecimento do espectáculo...
O único cartaz que vimos foi à porta do Teatro. Eu próprio só soube porque um dos amigos que ia comigo me telefonou a contar, já que também tinha chegado a Abrantes há poucos dias.
Só me fez lembrar aqueles espectáculos onde ninguém ia (mas onde estive quase sempre apesar de nem sempre os artistas serem do meu gosto pessoal, independentemente da sua qualidade...), a que a Câmara chamou "música do milénio".
É só deitar dinheiro fora...
Acabei de chegar a casa...
Fui com mais dois amigos ver o concerto do Joel Xavier no Teatro São Pedro...
Estavam para aí umas 50 pessoas, número por alto...
É triste...
Que Abrantes tenha o privilégio de receber um músico com o estatuto do Joel Xavier e o Teatro esteja às moscas...
Que os meus concidadãos abrantinos não tenham percebido que tiveram oportunidade de ver ao vivo um dos melhores guitarristas do mundo!...
Saí de alma lavada!...
Nota para os senhores e senhoras da cultura:
Talvez não tenham sabido explicar às pessoas quem era o Joel Xavier. Muitas pessoas não o conhecem...
Talvez a formação e educação cultural dos abrantinos mereça mais apostas...
Talvez as pessoas não tenham tido conhecimento do espectáculo...
O único cartaz que vimos foi à porta do Teatro. Eu próprio só soube porque um dos amigos que ia comigo me telefonou a contar, já que também tinha chegado a Abrantes há poucos dias.
Só me fez lembrar aqueles espectáculos onde ninguém ia (mas onde estive quase sempre apesar de nem sempre os artistas serem do meu gosto pessoal, independentemente da sua qualidade...), a que a Câmara chamou "música do milénio".
É só deitar dinheiro fora...
Segunda-feira, Novembro 03, 2003
Mas onde estão os traços?
Voltei! E ao chegar não vi nada de novo.
Mas onde é que estão as marcações da estrada junto à Praça???!!!
Só não percebo como é que ainda não houve por ali nenhum acidente.
Devem estar à espera que alguém seja atropelado ou uma data de chaparia se entrelace em amáveis beijinhos metálicos...
Vá lá, senhores que mandam...Não custa nada... É só um bocadinho de tinta...
Voltei! E ao chegar não vi nada de novo.
Mas onde é que estão as marcações da estrada junto à Praça???!!!
Só não percebo como é que ainda não houve por ali nenhum acidente.
Devem estar à espera que alguém seja atropelado ou uma data de chaparia se entrelace em amáveis beijinhos metálicos...
Vá lá, senhores que mandam...Não custa nada... É só um bocadinho de tinta...